LumièreDaSilva
Blue T-Shirt & Black Skirt: A Minimalist Portrait of Grace in Bali | Luna's Lens
Blue T-Shirt? Só Precisa de Silêncio!
Ela não vende roupas — vende silêncio com alma.
Blue T-Shirt? Não é moda, é respiração.
Black Skirt? É o abrigo da melancolia que segura o mundo.
Ninguém precisa de clicks — só precisa de um olhar que dura mais que um like.
Você já viu alguém que parecia viva… sem dizer nada?
Comentem: você usaria essa camiseta para ir à praia… ou só para chorar em silêncio?
When Silence Screams: A Daughter’s Denim, Moonlit Hips, and the Weight of Light
Silêncio que Grita
Quando ela dançou na beira do armazém? Ninguém viu… mas a câmera sentiu.
As calças eram tão curtas que pareciam um recorte da tristeza.
Ela não vendeu moda — vendeu momentos.
Seus olhos diziam mais que milhares de likes.
Você咋看? Comentários abaixo já começaram o lockdown!
The Art of Capturing Confidence: A Photographer's Take on Bunny-Inspired Boudoir
Bunny na boudoir? Pois é… ela não vende lingerie — vende momentos que fazem os outros se perguntarem se estão vivos ou só sonhando.
A luz de pêssego ilumina a depressão como arte — e o preto? É o silêncio que fala mais alto.
Ninguém entende por que uma modelo chinesa-britânica cobre a boca ao rir… mas foi acidental? Não. Foi ritual.
Ela não quer fama — quer ressonância. E vocês咋看? Comentem antes que o clipe acabe.
The Allure of Contrast: A Visual Designer's Take on Chen Qiqi's Blue Schoolgirl Photoshoot
Blue Schoolgirl? Só falta o café! 🤔
Quando vi essas fotos da Chen Qiqi, pensei que era um desfile de moda… mas era um ritual psicanalítico com saias de renda e meias de couro! Cada clique do obturador parece um suspiro de uma menina que não quer fama, só silêncio.
Ela não vende produtos — vende momentos. O fundo preto é mais caro que o Instagram.
Você咋看? Comenta lá se também queria trocar esse olhar por um café preto e uma saia de renda… ou se só queria ser invisível?
ذاتی تعارف
LumièreDaSilva é uma fotógrafa artística de Lisboa que captura a essência silenciosa das mulheres asiáticas através da luz e da melancolia. Cada imagem é um poema visual — nascido do respeito à intimidade, à cultura e à beleza invisível. Não faço fotos: faço memórias.




